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Mamãe Gostosa Ensinando Filha A Transar

Publicado em janeiro 31, 2020 por HolyGurl

O rosto de Sophia foi enterrado em seu telefone ela passava pelas fotografias das redes sociais de seus amigos respondia a comentários sobre suas viagens passeios por toda a cidade. Ela passou o tempo verificando o número de polegares para cima (gosta) sob suas próprias fotografias dela seu novo namorado. Quanto mas ela tinha, maior era o seu sorriso nos lábios, mas tonta ficava. Ela teria preposto um dia de estar ao telefone em vez de ir para a local de ensino naquela manhã, apesar da alinhamento estar a pequeno número de meses de intervalo.

Mamãe Gostosa Ensinando Filha A Transar

Sophia caiu na categoria de aulista que foi para a leito na era quando deveria subir para a local de ensino. Não por estudar, porém por falar ao telefone ou por festejar com o dissabor da mãe. Isso significava passar as primeiras aulas com rosto a dormir na secretária uma poça de Baba avante da boca.

ela focou sua mente, não diversos estudantes em suas aulas poderiam desafiar sua vivacidade intelectual, porém seu interesse em mídias sociais doces esmagados do que acadêmicos. Disparar um charro debaixo das escadas ou debaixo das bancadas com os amigos falar sobre Rapazes era infinitamente mas risonho. Chegar ao último ano do Liceu provou ser um julgamento exigiu um milagre.

Os amigos da Sophia adoravam a sua personalidade divertida aventureira. Os professores adoravam-na pelo que ela tinha potencial para ser. Sua mãe desejava que ela mostrasse bastante mas do que a primeira.

Por falar na namorada mãe, a Olivia colocou um prato primeiro da Sophia de waffles de morango, pequeno número de pedaços de bacon à beirada de se tornarem muito passados, pequeno número de ovos ensolarados. Sophia continuou a folhear seu telefone não fez um único movimento em direção ao prato, apesar do fragrância de Elixir verbal.

A Sophia a mãe pareciam gatos a silvar a arranharem-se mas vezes do que nunca. A Olivia vivia em salas de Tribunal no escritório mas do que em vivenda com a filha. a sua vida lhes oferecia uma moradia numa comunidade fechada eles tinham menos preocupações monetárias do que a família média, a Sophia teria trocado tudo por mas tempo com a mãe. Por Mas que o pequeno-almoço tivesse o ventre a postular, ela não queria que a mãe pensasse que a comida podia substituir os seus anos de absentismo.

A Olivia usava um fato preto de saia com uma camisa branca colarada por inferior do capote preto. As pontas das suas tranças Loiras direitas caíram no meio das dorso dela. A sua forma assemelhava-se a alguém que passava bastante tempo numa pista ou zebra bombeava alguma coisa de ferro. Seus seios naturais estavam à beirada de estalar os botões de sua secção superior de forma livre. Pernas longas sedosas brotaram do profundeza da saia. Sophia não se importou com os dons genéticos de sua mãe, porque ela atraiu a inveja de outras meninas as tomadas duplas triplas do sexo oposto. A Sophia aparou as fechaduras do Corvo até ao ombro. Aliás de seus olhos serem azul-aqua com sombra de olhos escuros as órbitas de sua mãe serem castanhas de chocolate, eles estavam quase dividindo imagens. Sophia era mas do Classe Camisa jeans desejava cores escuras, sua mãe era continuamente profissional de negócios, mesmo fazia uma viagem à mercearia.

Livremente disso, a Sophia só queria que a mãe estivesse lá.

A Olivia colocou o seu próprio prato em na frente de à filha. A Sophia ouviu o estrondo da placa dos talheres a aterrar no roble, porém nem por um segundo a sua atenção desviou-se do seu dispositivo.

“Sophia, namorada, esperava que pudéssemos tomar o pequeno-almoço juntos. Isso nos daria uma saída de ter qualquer tempo de link”, diz Olivia, porém a navegação pelo telefone de Sophia continuou. “Estás a ouvir-me?”

“Não, porque será mas um ano de antemão que isto volte a ocorrer.”

“Estou a fazer um dedicação. Sei que o meu trabalho me ocupa bastante tempo, porém tudo o que tens é devido disso.”

A Sophia deixou desabar o telemóvel na mesa mostrou-lhe os caninos. “Não tens de concordar todos e cada um dos casos que tens! Absolutamente ninguém diz para fazeres isso a não ser tu!”

“Estou a fazê-lo com o propósito de não tenhas de saldar a faculdade as tuas únicas preocupações serão os teus estudos, que espero que leves mas de verdade do que passaste no Liceu.”As tentativas de Olivia para reinar em sua frustração crescente estava falhando.

“Eu entendo isso, porém raramente, prefiro ter- cá comigo. É solicitar bastante?”

A Olivia levou a mão da Sophia embora tenha fascinado afastá-la de antemão de ser capturada. “Vamos estrear agora. É solicitar bastante?”

A Sophia cedeu algo olhou para ela. “Podes prometer que vais permanecer mas tempo em moradia?”

“Depende da minha agenda, porém prosseguirei tentar…”

A Sophia arrancou a mãe ficou de pé roubava a bissaco Debaixo da mesa. “Não tenho rafa está quase na hora de me levares à local de ensino.”

Uma rajada de espaço insatisfeito voou dos lábios da Olivia ela murmurou alguma coisa, porém mordeu a língua. “Está BEM, dulcineia, porém espero que um dia me dês uma possibilidade. Tudo o que faço é porque senhor.”

Isso continuamente pareceu verdade à Sophia. “Eu sei, mãe. Desculpa estar a ser de forma, porém preciso de descobrir que vais esforçar mas.”

A Olivia fechou a intervalo entre eles bicou-lhe a bochecha o cheiro das orquídeas era deixado no seu rasto. “Desta forma farei. Prometo que prosseguirei trabalhar para alargar a minha agenda para nós.”

“De acordo, mãe”, diz a Sophia o seu coração ameaçou liquidificar, porém resistiu até ver provas da sua alteração.

Meia hora depois, a Sophia saiu do Mercedes preto da mãe ajustou a bissaco aos ombros. A Olivia baixou a janela para delimitador a voz para a filha.

“Tenha um bom dia estude bastante! Não precisas de estragar tudo tão perto da perfilamento!”

“Já sei, mãe! Estudar bastante, formar-se, ir para a faculdade! Obtive!”Sophia diz com um observação positivo.

“Senhor-! adeusinho!”Olivia diz tomou o volante.

Sophia acenou para sua mãe observou no altura das escadas que levam ao ensino médio até o momento que ela saiu do estacionamento correu pela caminho fora da vista.

Ela subiu as escadas com um sorriso entrou nas portas de vidro da local de ensino. Ela passou pelos casos segurando os troféus conquistados pelas equipes esportivas ao longo dos anos ficou no intercepção de três vias avante dela. O sino que significa o início da primeira nível tocou os pés dos retardatários aceleraram.

A turma da Sophia era ao altura do galeria, à esquerda, porém ela juntou-se à Horda a percorrer para a direita. Ela se misturou com a eucaristia esperando ser um camaleão para os outros professores executivos staff que estavam familiarizados com sua falta talento para desafiar a mando.

Ela saiu do lado do prédio correu para as bancadas no torrão de bola.

No seu lugar habitual sob o lado da equipa da vivenda do campina, ela descobriu o seu namorado com as mãos enfiadas nos bolsos a tremer até aos ossos. Continuamente que o via, tinha arrepios na pele…ou foi o facto de a cidade se sentir como a Antárctica?

O namorado dela era receptor na equipa de pelada tinha a fundura a estatura atlética tonificada para o atestar. Se este não tivesse um bigode fino uns arranhões Faciais, pareceria poucos anos mas novo.

Este geralmente teria sido a voz da razão se tratava da maior número das pessoas, porém para a Sophia, este não estava além de faltar às aulas ou falhar em entregar uma tarefa a tempo para uma nível mas baixa passar tempo com ela.

“Opa, namorada!”Sophia lançou-se em Kaden eles foram direto para a sua saudação típica de agredir os lábios um do outro em beijos. “Como estás?”

Sophia encharcou-se com o perfume galicismo da mãe começou a perceber que cheirava a troço feminina na loja de departamentos sítio. Ela esperava que o Kaden pudesse ignorar o seu acidente. Finalmente, ela fê-lo pela assombro dele.

“Estou melhor agora, porém parecido um geladeira cá fora!”Kaden esfregou suas mãos para cima para insignificante de suas dorso para aquecê-los ela gostou de seu toque de forma que ela poderia obtê-lo. Este abraçou-a a produzir uma aura de calor. Este pressionou o nariz para o lado do pescoço dela cheirou fazendo a namorada rir. “Cheiras muito. Como a tua mãe.”

“Ei!”Sophia espetou-lhe o tripa com um sorriso. “O que significa isso? Tens um pouco para a minha mãe?”

“I…impaciência…”Kaden gaguejou de propósito com um sorriso indecoroso.

“És um idiota! Devia ir para a lição – cá!”

“Mentiroso. Queres-me exagerado. Apesar disso, nem mesmo gostas de aulas!”Kaden restringiu a sua atenção ela imitou-o levando ao riso reciprocamente.

“Sim, apanhaste-me!”

“Conheço- bastante muito!”

A temporada estava no meio da transição do inverno para a vernal, porém se a neve fosse despejada na cidade, não teria sido uma surpresa para absolutamente ninguém. A Sophia reparou na dentada do espaço. Ela fungava tinha um nariz como Rudolph, porém sua excitação garantiu sua resistência aos elementos.

“Não sabia que estava tanto muito frio, porém vamos poder fazer a nossa coisa em minha moradia. A mãe vai-se embora até amanhã de manhã, como continuamente, para termos a moradia só para nós!”

O Kaden balançou a carola no . “Duvido seriamente que a senhor. Campbell aprovasse isso. Ela é simpática comigo não a quero enfastiar.”

“Eu diz- que ela não estaria lá. Não há com que se preocupar. Prometo! Alem…”A Sophia enfiou a pila do Kaden pelas calças este endureceu ofegou com os olhos como bolas macias. “Queres que trate dele, não queres?”

“Mmm…convenceste-me. A que intervalo estaca?”Kaden viu Sophia massajando-o em um estuporado possívelmente teria estourado se ela não tivesse parado.

“Não sei. A mãe costuma encaminhar-me cá. Não é longe”, diz Sophia lhe pegou na mão ,” vamos!”

“De acordo, OK!”Kaden concordou o jovem par correu para a vivenda.

*

chegaram, a Sophia levou-o ao galeria. Pararam em na frente de ao quarto dela, porém ela contemplou o tamanho da sua leito de tamanho real moveu-se alguma coisa mas para o profundeza do galeria.

“A leito da mãe é bastante maior que a minha…”Sophia diz abriu a porta do quarto de Olivia para revelar a sua leito rainha coberta de lençóis roxo de cetim almofadas a condizer. A cabeceira era um espelho. Mas do seu perfume ficou no espaço. Pequenos candeeiros com tons pretos que se sentavam nas bancadas brancas flanqueavam a leito. As cortinas com desenhos de flores violetas já foram puxadas escureceram o espaço.

“Queres mesmo fazer isto…cá?”Kaden perguntou.

A Sophia acariciou – lhe a bochecha. “Podes descontinuar de preocupar relaxar? Vais estragar o envolvente, amada.”

“De acordo, okay. Talvez a possamos ouvir se ela vier.”O Kaden escorregou do capote de cabedal dos sapatos. Este jogou o capote na secção de trás de uma cadeira no quina por uma das janelas.

“Desta forma está melhor…”Sophia mordiscou uma unha Via sua camisa preta se resignar com sua guarnição esculpida se demorasse mas um segundo para se deitar com este, seria bastante longo.

Ela fechou a porta deixou tombar a patuá. Ela saiu dos ténis abriu o capuz. Ela colocou-o no paletó do namorado.

Ela mergulhou na leito arrastou o Kaden para ela. A sensação relaxante do cetim moderado na sua pele os braços de Kaden à sua viravolta estava além do melhor que ela poderia ter imaginado. Os 2 rolaram para se enfrentarem Sophia puxou o edredão para seus ombros. O calor quente contribuiu para a euforia dela.

“Mmm…isto sabe tão muito!”Kaden exclamou.

“Eu diz- que ias gostar…”Os lábios de Sophia atraíram-no tal e como se estivessem magnetizados ela deu-lhe um ósculo que durou um temporada de tempo que não podia ser quantificado.

O Kaden colocou uma pressão extra no contacto dos lábios com os dela, a sua pata suja lhe agarrava um grupo do rabo ela ficava tensa com um riso. Uma rajada de faíscas disparou nos seus nethers.

“Tens um belo rabo…”Kaden diz depois voltou a beijá-la.

“Não és um menino perverso?”Sophia diz entre os seus beijos olhava para este com as pupilas dilatadas brilhantes.

Seu apego aos lábios persistiu do mesmo modo que suas respirações quentes ofegantes. Um estrondo agudo…ou logo pensaram que tinham ouvido falar deles, os seus ouvidos estavam atentos ao som.

“Ouviste isto?”Kaden perguntou.

A martelagem no peito de Sofia já não era devido aos afetos de Kaden à sua paixão. “I…acho que não é .”

Os rangidos no solo do lado de fora da porta que se moviam na sua direcção procuraram testar a sua suposição.

“Sophia!”O Kaden entrou em amedrontamento. “Ainda estou a ouvir este ” está a aproximar-se!”

“Depressa! Vai para Debaixo da leito!”ela diz num sussurro elevado.

“Como isso vai auxiliar? As nossas coisas estão ao espaço de forma livre!”

“Não sei mas o que fazer!”Sophia estava a desatar-se em pó a sua ventre desfez-se em cãibras.

A porta abriu-se mergulharam debaixo dos cobertores agitavam.

“Sophia! Porque não estás na local de ensino?”Olivia trovejou, porém não respondeu. “Também temos um conviva. Mostrem-se, agora!”

Suas palavras foram sufocadas pelo pavor agarrando suas gargantas. Pequeno número de segundos depois, o linho foi arrancado sem ter em conta os seus esforços para se manterem escondidos eles sentiram o fulgor escuro da Olivia brilhando sobre eles sem olhar para ela.

“Mãe! O…és tu…estar…”sniff”…cá?”Sophia diz à proporção que as suas emoções aumentavam por dentro começaram a transbordar.

“Esqueci – me da papelada, porém sei o que estão cá a fazer não tenho de vos expor quando briga estão os 2.”

“Desculpe, senhor. Campbell,” O Kaden diz, ” Não sei o que estava a meditar.”

“Eu sei. Estavas a filosofar com a moleira errada. És um lecionando óptimo sob a má impacto da minha filha. Sentem-se olhem para mim falo convosco.”

O par lutou pela sua vergonha vergonha para permanecer de pé enfrentar a ira da Olivia.

“Não foi a má impacto dela, senhor. Campbell. Vim cá por vontade própria. Não a culpes…”Kaden diz, Porém o macambúzio de Olivia que poderia ter enviado ursos correndo para a hibernação silenciou-o.

A Olivia apontou-lhe um dedo. “Eu sei o que se passa, por consequência não incomodes a tentar mentir. Devias estar na local de ensino a estudar com o propósito de possam fazer futuros brilhantes para vocês. Em vez disso, estão na minha leito ter-se-iam fodido se eu tivesse chegado mas inoportunamente. Não tens que fazer menos devias estar na lição!”

A Olivia voltou ao modo de contemplação. A abrasamento picou os olhos da Sophia as lágrimas escorriam-lhe pelas bochechas. A sombra dos olhos dela estava arruinada.

“Mãe, desculpa…”Sophia diz através dos seus gritos.

“Cala-! Não ouviste do que eu diz também não estou a ouvir isso porque só lamentas ter sido apanhado.”

A Sophia não podia negar isso se tentasse. “Sim, mãe.”

O silêncio que se instalou na sala estremeceu os desordeiros até aos dedos dos pés.

A Olivia sentou-se na borda da leito perto do pé. “É óbvio que falar contigo é como falar com a parede. Implorei- para ouvires vezes sem conta falo sobre como a local de ensino é essencial, porém não funciona. Se dessem umas palmadas, talvez isso ensine a fazer o que mandam.”

A Sophia ridicularizou dobrou os braços. “Não sou uma menino, mãe. Tenho 19 anos!”

“Não me interessa a tua idade. Devia ter conformado isto há bastante tempo, porém não queria. Não há outra forma.”

“Por Obséquio, sô. Campbell! A culpa não é toda dela…”Kaden implorou.

“Kaden, se fosse a ti, ficava de boca fechada. Conheci os teus pais eles podem descobrir disto em 2 segundos.”

“Sim, senhora…”Kaden diz com um suspiro.

“Não me vais , mãe!”Sophia protestou.

A Olivia mergulhou na leito para catrafilar o pulso da Sophia arrastou-a para a cercadura da leito.

A Sophia fez o contrário, porém quanto mas fazia, mas depressa se aproximava do pescoço da mãe. O munheca no pulso dela assemelhava-se a um aperto de vice que ela tentasse fazer um pouco para se libertar.

No instante quando a Sophia aterrou no pescoço da Olivia, uma enxurrada de espanques começou a tombar-lhe em cima. As calças de ganga amoleceram os impactos, porém isso pouco fez para diminuir o seu embaraço.

“Isto vai suceder constantemente até aprenderes a fazer o que mandam!”Olivia diz que ela começou a derrubar o spank depois o spank.

“Smack! Espanca! Pai! Pai! Pai! Smack!”as lambidelas choveram no rabo da Sophia.

“Owwwww! Mãe, por obséquio! Oooooowwww!”Sophia contorceu-se lutou para evadir, porém não conseguiu fazer um centímetro de progresso mas umas pancadas incendiaram-lhe as bochechas a dor trouxe gritos à jovem. “Lamento bastante! Ahhh…”wahhh”…”sniff”…”

“O teu pena só começou. Levanta- baixa as calças, Sophia!”

A Sophia viu a mortificação empática na frase do namorado um goleta aninhado na goela da Sophia. “Por obséquio, não me obrigues. Desculpa.”

A Olivia bateu com a mão outro par de pancadas picou-lhe o rabo. “Agora! Isto para pior quanto mas tempo demorares!”

“Oww! OK!”A Sophia partiu – se balançava os pés.

Ela escorregou para os pés levantou-se, porém os seus dedos tremidos aumentaram a de desapertar as calças encolher o fecho. Número reduzido de segundos se passaram, porém uma vez que a secção de cima de suas calcinhas brancas veio à vista, Olivia bateu suas calças em seus joelhos, puxou sua filha de viravolta para o lugar, retomou suas Palmadas.

Olivia diz: “você será uma boa moça se formar! Porque razão não atendes? És mas esperto do que isto! És um Campbell!”

“SMACK! Espanca! Espanca! SMACK! Pai! Pai!”the spanks came faster than previously.

“Meu Deus! Ahhhh! Owwwww! Ai! Mãe, por obséquio, pára!”Sophia chorou com futilidade.

A remoção do recheio das calças de ganga queimou o rabo da Sophia as lágrimas continuaram a tombar.

“Miss Campbell! Não a magoes! Imploro-!”Kaden diz olhava com preocupação para sua namorada.

“Achas que a estou a magoar? Acrescentado que ela está a gostar. Porque achas que ela é tão insubordinado?”Olivia diz que era uma .

“Acho que não é! Ela está a chorar! Como ela pôde gostar disso?”Kaden perguntou.

“Vais ver…”Olivia agarrou as cuecas da Sophia na cintura os dedos da filha voaram por trás dela no momento quando a mãe entrou em contacto com a pele na secção subordinado das costado.

Não obstante se amparar às cuecas com sua força, a Olivia esbofeteou os dedos arrancou-os pela perna . A Sophia encostou as mãos ao rosto olhou para a negrume podia rescender a seu excitação.

A Olivia bateu no rabo da Sophia até permanecer colorado como uma cereja a ternura fez a filha roer-lhe o lábio subordinado, porém poucos gritos escaparam. Ao passo que as pancadas a sua mesocarpo saltando das paredes se tornavam mas altas, o seu limiar de dor abaixamento velozmente se aproximou, os seus queixos ficaram mas verbais.

“Mãe! Por obséquio! Wahhh! Prosseguirei comportar-me! Eu fico na lição!”A Sophia teria dito coisa para impedir o seu lição.

A Olivia deu-lhe mas cinco tiros. Após interromper de no rabo da Sophia, a ratazana dela registou poucos formigueiros. Ela espreitou por trás dela para desvendar que a mãe era a culpada. De antemão que ela pudesse se dobrar com a teoria de que ela estava brincando com ela, um par de dígitos atirados dentro Dela, Sacudindo-a com choque, agitando-se por intermédio de seu creme, deslizando para fora. Kaden congelou no meio de um suspiro, embora este olhasse com curiosidade Olivia mostrou a humidade de Sophia em seus dedos.

“Queres fazer sexo com a minha filha, porém não sabes sobre como agradá-la”, diz a Olivia ao Kaden. “Poucos de nós gostam de ser espancados ou de se submeterem a alguém com poder, não é, Sophia?”

Sofia abriu a boca para falar, porém o seu persistente nervosismo depressão apertaram-lhe a goela.

Uma correria por intermédio de Sophia Olivia bateu nela ela fantasiou sobre alguém que ela confiava levá-la para seus próprios desejos, porém ela não ousou colocar sua recepção no planeta.

Aliás, ela ainda não conseguiu processar o dedo da mãe. Ela queria resistir à repulsividade dela, porém as acusações de explosão de excitação no seu núcleo lutaram isso. A dicotomia da loucura impediu ainda mas o seu exposição.

“Eu sei a verdade, Sophia”, diz a Olivia. “Alçar.”

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