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Irmã Fudida No Rabo Como Deve Ser Feito

Publicado em janeiro 30, 2020 por HolyGurl

Este é o terceiro último capítulo da série. As duas primeiras histórias são: uma lavada vocal tornar-se um dos seus filhos. Obrigado por ler. Espero que tenham gostado.

Irmã Fudida No Rabo Como Deve Ser Feito

acordei com o som de um helicóptero Blackhawk a voar por cima, lentamente rolei para o meu lado só para me localizar quase face rosto com o meu comandante de batalhão, a Tenente-Coronel Samantha Blackburn, que estava deitada na leito ao meu lado. Os olhos dela estavam abertos, ela estava acordada, nós estávamos completamente nus. Levei numerosos momentos para restabelecer o rumo lembrar onde estava tudo o que aconteceu na noite anterior.

“Bom dia, amada”, ela sussurrou sorria para mim.

“Bom dia”, diz desajeitadamente.

“A mamã dormiu tão muito”, diz ela com um sorriso.

Quase me tinha esquecido do papel terrível dela na noite anterior.

“Eu também”, respondi eu.

“Problema podia aguardar que acordasses”, diz ela.

estava acolá reclinado, diversos pensamentos passaram pela minha moleira. Ainda não conseguia pensar que estava na leito com o meu comandante de batalhão, uma senhora muito bonita com quase o duplo da minha idade. Isto deve ser um sonho. Quanto mas tempo me deitava acolá a olhar para ela a tomar o seu corpo desvisto os seus seios alegres, mas excitado ficava.

Sentindo o meu pénis a perna, ela estendeu a mão gentilmente começou a acarinhar a minha levantamento crescente. Concomitantemente, começou a esfregar a rato. Durante todo este tempo, manteve contacto visual comigo. Fui atraída pelos seus sedutores olhos azuis. O toque dela era tão bom, que comecei a lamuriar. Senti que podia caminhar-me lá mesmo, empurrei gentilmente a mão dela para longe. Queria saborear este instante.

“Sabes há quanto tempo não me lixam como deve ser?”ela diz.

As palavras dela excitaram-me ainda mas.

“Nunca fiz anal”, respondi.

“Não tens com que preocupar”, sorriu.

“Eu sei.”Eu respondi.

“Sou definitivamente a persona certa para ensinar. Sou extremamente calejado.”Ela diz que empurrou a minha mão para o lado continuou a ameigar o meu pénis.

“A ratazana é boa, porém o idiota é incrível.”Ela diz.

Depois parou de me ameigar virou-se para o lado dela com as espinhaço viradas para mim, a espetar o rabo na minha direcção.

“Quero que o ponhas aí, porém primeiro põe-me bom, molhado esticado.”Ela diz.

Eu cuspo nos meus dedos gentilmente comecei a esfregar o lado de fora do cu dela. Ela gemeu os meus dedos sondavam suavemente o seu buraco convidativo. Continuei a impor-lhe mas da minha seiva.

Ela logo se aproximou de mim, o que eu interpretei como significando que ela estava pronta com o propósito de eu entrasse nela.

“Sê bastante gentil no início”, diz ela.

Depois aproximei-me dela, assumimos a posição de Retirar, lentamente comecei a repuxar o meu pénis para o cu dela. a carola do meu pénis atingiu o esfíncter dela, experimentei algo de resistência. Apesar disso, após pouco tempo a testa do meu pénis deslizou lentamente para o rabo dela.

“Tens o buraco correto, namorada”, diz ela começou a lamuriar.

Lentamente, continuei a inserir-lhe mas profundeza no rabo lhe colocava as mãos nas bochechas do rabo.

“Se estivesses com uma Virgem anal, não conseguirias entrar de forma, porém a mamã deve levar no cu, digo- isso.”Ela diz.

Ela gemeu mas elevado comecei a incorporar-lhe mas altura no rabo.

“Acreditas que estás a dá-lo desta forma à tua mãe? Isso está nos levando a um nível completamente dissemelhante”, diz ela ao colocar a mão sobre o meu estômago para acalmar os meus impulsos.

Ela continuou a lamuriar se movia para trás para a na frente de no meu pénis eu ficava quieto. Isto admitiu-lhe observar a profundidade da penetração.

“Gostas da forma como monto a tua pila? Gostas da forma como o meu cu envolve a tua pila extensa, amada? Ela diz que continuou a acavalar-me.

“Aceito”, respondi eu.

“Se tivesses uma nota, eu dava- um 20, mormente pela tua primeira vez”, diz ela.

Eu barranco-me.

“Estou bastante sensibilizado contigo. Estás a esconder um tanto. A maior parte dos jovens da sua idade teria estourado a fardo urgentemente”, diz ela.

Movi-lhe a mão recomecei a dentro fora do seu cu apertado.

“Sim, que se lixe o rabo da mamã. Sim, enfia essa Pila muito profundeza. Quero senti-lo profundamente,” ela gemeu.

eu continuava a empuxar, ela estendeu-se entre as pernas começou a esfregar o clítoris.

“Amada, molhaste-me tanto que vais fazer a mamã dirigir-se-se. Queres caminhar- comigo?”ela diz.

“mhmmm”, respondi eu.

“de acordo, quero que Saias venhas para as minhas ancas.”ela diz.

Continuei a entrar a transpor-lhe Do cu apertado. Eu sabia que estava perto de entrar em erupção.

“Três… 2… um, ” ela lentamente contou para grave.

ela chegou a um, eu puxei para fora do seu cu apertado acariciei o meu pénis até eu irromper nas bochechas dela. isso, ela continuou esfregando seu clítoris.

“A mamã vem aí! Sim, amada! Dá-me esse cum cremoso quente,” ela gemeu o seu corpo se espalmava no orgasmo.

Continuei a ameigar a minha pila até a última pinga de sêmen ter saído.

“Belíssimo menino!”ela diz.

Após se criar, virou-se para me enfrentar. Ainda estávamos algo perturbados.

“Podes passar-me a minha garrafa de agua, por obséquio”, diz ela.

Cheguei, tirei a garrafa de agua da mesa entreguei-lha. Ela sentou-se, desapertou a tampa bebeu um bicada de agua. Depois, ela passou-MO eu sentei-me bebi alguma coisa de antemão de lhe restituir a garrafa.

nos sentávamos em silêncio, ela puxou – me para ela beijou-me na moleira.

“É melhor ires tapar-. Não quero que percas o teu voo de helicóptero de viravolta para Karbala”, diz ela.

Levantei-me lentamente comecei a erguer o meu uniforme do pavimento. Após poucos minutos eu estava completamente vestido. Durante todo este tempo, ela simplesmente sentou-se na leito a observar-me. Após cortar as minhas botas, virei-me para a enfrentar. Havia tantas coisas que lhe queria expressar, porém as palavras não saíram. Ela sentiu isto.

“Uma mãe sabe constantemente o que um rapaz precisa”, diz ela com um piscar de olhos. Sorri para ela depois virei-me saí pela porta para a quente ensolarada manhã de Bagdade.

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