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Sexo Anal Com Stripper Gostosa Bunduda

Publicado em janeiro 30, 2020 por HolyGurl

Sabíamos que ia chover, desse modo trabalhámos durante a hora de almoço, porém não nos serviu de bastante. Começou a irrorar por viravolta das 12:30 à 1: 00 Estava a descer de verdade, uma transporte, chuva a tombar, encharcando tudo a humanidade.

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A vivenda que estávamos a edificar estava debaixo do tecto as paredes estavam cravejadas. Os lados ocidente sul do prédio estavam cobertos de painéis de partículas, logo pegamos nossos baldes intestinais, sentamo-nos de espinhaço para a parede comemos nossos almoços escutávamos a chuva. Pouco depois, o vento levantou-se a agua começou a soprar debaixo do cobertura. O nosso espaço sequioso estava a permanecer qualquer vez mas pequeno.

Don, o olheiro, foi ao camião dele ligou o rádio para achar uma estação que lhe pudesse conceder uma previsão meteorológica lugar exacta. Este sentou-se lá, a ouvir, a fumar um tabaco, a ingerir moca preto do termo. Eventualmente, este veio arrastando-se pela chuva de girata para onde estávamos sentados.

“Vamos embora, rapazes. Dizem que isto vai continuar até à meia-noite. Recomeçamos de manhã. Será lamacento. Traz as tuas botas molhadas.”Este atirou o cigarrilha para a chuva começou a reunir as ferramentas. Estávamos felizes por ter a tardiamente de forma livre, porém sentimo-nos problema pelo Don. Este era boa gente, rígido trabalhador, esperava que também trabalhássemos bastante. Porém este era justo compreensivo. Este nunca fez o Bobby, que tinha pânico das alturas, trabalhar no teto. Este deixava continuamente o Ray chegar meia hora procrastinado porque sabia que o Ray tinha um fruto estava a fazer a coisa certa pela namorada. O Don foi pago pela vivenda nós fomos pagos este o fez, este meio dia de folga ia fazer o seu pagamento, o nosso, um dia depois.

Três de nós eram estudantes universitários (era o verão entre meu junior senior ano) o grana que ganhávamos era especialmente caminhar por aí grana para tomar, festejar entreter jovens senhoras. Ray Ray estava a tentar aprender uma profissão como marceneiro a utilizar o grana para sustentar a namorada o fruto. O Don estava a tentar pôr comida na mesa da família remunerar a hipoteca.

Conforme o Don se ia embora, quase podíamos ver a desilusão na queda no choque da sua carrinha velha a humanidade concordámos que, se precisássemos, trabalharíamos toda gente no sábado até no domingo, se fosse necessário para terminar a moradia a tempo.

Porém isso foi daqui a três dias, agora, tivemos uma tardiamente não planeada de quarta-feira.

“Logo, o que vamos fazer?”Diz o Greg. Este tinha a minha idade, jogava basquetebol na faculdade sítio, porém não tinha interesse na instrução. As suas únicas paixões eram Basquetebol, Cerveja rato. , ao ouvi-lo falar, este era bom em todos e cada um dos três.

“Prosseguirei para vivenda divertir com o meu menino”, diz O Ray. “Talvez me poupe uns dólares nos custos da nutriz.”

O Bobby era grave parecia ter uns 16 anos, ainda que estar mas perto da minha idade. Este tinha um buzzcut ruivo as t-shirts todas tinham pequenos buracos. este continuamente sorriu. Não importa o que se passava, o Bobby sorriu. Acho que irritou o Don, porém este nunca diz . Agora o sorriso do Bobby era maior do que nunca. “Vamos para o escritório”, diz este.

O escritório era uma Roadhouse, um bar de strip, no torrão, a respeito de 5 ou 6 km de onde estávamos a trabalhar. Não era como nos filmes. Era pequeno escuro tinha um bar, uma juke box um palco com duas sondagens de metal. Abriu às 13: 00 soube que as raparigas não eram problema parecidas se escolhesses a vida durabilidade, rapariga do campina, olha. ( você possui 22 anos você vai para olhar, a partir de que eles estão nus.) Word also had it that if you approached the right girl with the right words and the right amount of cash you might be able to get more than a lap dance.

Nunca tinha ido a um agremiação de strip, por consequência, enchi a minha voz de exalo diz que estava disposta a isso. O Greg concordou. O Bobby diz: “Caramba!”

O mundo inteiro precisávamos de ir para moradia, mundificar-nos, mudar de roupa ir buscar qualquer grana. Não queríamos rescender a suor serragem, principalmente se fôssemos adquirir uma lap dance ou duas. Combinámos achar-nos no escritório às 15h. Corremos para os nossos carros, escorregámos derrapámos na vasa, voltámos para a passeio estávamos lá fora.

Livrei-me das minhas calças de ganga sujas da T-shirt, tomei banho, molhei-me com um modesto spray corporal vesti-me de chinos, uma camisa de golfe oxfords Castanhos sem sox. Fui ao banco descontei um rescrição-isto foi de antemão das máquinas de MULTIBANCO-parei numa loja de conveniência comprei um maço de cigarros um isqueiro Bic, fui suspender ao Parque de estacionamento do escritório às 2:55 rigorosamente. Já estava a permanecer difícil só de filosofar nas delícias que me esperavam. A inexperiência tinha a minha imaginação a açodar. Spoiler alert: eu não ficaria decepcionado.

Sentei-me acolá durante 20 minutos a ver a chuva a encher as poças no parque de estacionamento à espera do Bobby do Greg. Às 3: 15 eu estava bastante excitado excitado para aguardar mas decidi aguardar por eles lá dentro.

Entrei no escritório a tentar agir tal e como se tivesse ido a clubes de strip milhares de vezes. Fixe, sabes. Porém a trevas o volume da música apanharam-me de surpresa, da mesma maneira que enorme motociclista que estava sentado num banco junto à porta. “Cobertura de 10 dólares”, diz este. ” preciso de ver a sua IDENTIFICAÇÃO. Seus braços estavam cobertos de tatuagens seu crachá tinha um logotipo do Escritório “Terry” impresso nele.

Abri a minha carteira entreguei-lhe a taxa de cobertura a epístola de transporte que este fingiu ver na trevas totalidade, devolveu-me. “Senta- onde quiseres”, diz este. Logo este inclinou-se para mas perto de mim. “Os melhores lugares estão do lado oposto do palco, de na frente de para esta porta.”

Quem era eu para interrogar um classe que ganhava a vida vivia praticamente num bar de strip? O palco corria o comprimento da sala, por volta de 30 pés, com 2 postes de metal, um em qualquer extremidade várias luzes de Natal luzes coloridas de inundação cá lá para cima para inferior o comprimento. Estava rodeado de ancas acolchoadas, pequeno número de remendadas com fita adesiva. Havia pequeno número de pequenas mesas redondas com quadris, espalhadas ao volta um bar com por volta de uma dúzia de bancos ao longo da parede para a direita em na frente de ao palco. Do outro lado do palco estavam assentos, uma juke box, residências de banho, uma porta com uma cortinado desenhada ao longo dele. Não havia compradores além de mim. Quatro dançarinos de biquínis saltos altos estavam sentados à viravolta de uma das mesas, a fumar a tomar o que pareciam cocktails. Eles olharam para mim eu tropecava na trevas voltava para a diga deles.,

Sentei-me conforme as instruções do segurança, no lado oposto do palco, a pequeno número de lugares da juke box, a porta com a cortinado para as minhas espinhaço. Eu podia ver a ingressão de lá seria capaz de bracear ao Bobby ao Greg eles entrassem.

Foi estranho ser o único usuário cá. Também é interessante. Era como estar num planeta escuro dissemelhante que mas absolutamente ninguém sabia. O meu pequeno cosmos erótico, conformado só para mim.

Após número reduzido de minutos, uma das dançarinas levantou-se, andou pelo palco sentou-se ao meu lado, colocando a mão dela na minha coxa. Ela era subida, talvez 1,70 m, com o cabelo castanho puxado para trás numa rabo de pónei. Talvez um ano mas velha que eu, ela usava somente uma pitada de Maquilhagem cheirava a cerejas. Ela era encantador de uma forma durabilidade durabilidade que eu achei estranhamente excitante. O rabo dela era pequeno apertado os seios dela tinham Baba suficiente para me manifestar que possívelmente eram reais eram de cevada contida pelo biquíni.

Ela inclinou-se respirou para o meu ouvido, “queres que eu dance, ou queres retornar para a sala das Traseiras distrair?”

Problema conseguia respirar, bastante menos falar. “Estou à espera que os meus amigos cheguem daqui a uns minutos, desse modo porque não danças para mim vemos como as coisas vão a arrebentar daí”, diz eu.

Ela encolheu os ombros o mamilo esquerdo saiu do biquíni. Ela empurrou-o para dentro. “Dás-me um dólar pela juke?”

Que se lixe, eu dei-lhe o dólar.

Ela carregou em poucos botões a voz tenor do rolo de mesocarpo encheu a vivenda. ela passou por mim a caminho dos degraus que subiam ao palco, deixou a mão compelir-se pelo meu peito, estendeu-se até ao pescoço da minha camisa beliscou-me o mamilo. Ela inclinou-se diz ao meu ouvido. “Chamo-me Andi. o meu nome se precisares de algo.”Ela beliscou-me o mamilo outra vez. “.”Ela sorriu a minha pila ficou em betão subia os degraus para o palco.

Ela dançou três canções. Um de biquíni. Um topless um absolutamente desvisto. Mas tardiamente eu aprenderia que este era bastante padrão para clubes de strip em nosso estado, porém para este, minha primeira vez, eu não poderia ter sido mas feliz. Dei gorjetas a qualquer rapariga, todas elas versões da Andi, várias algo mas curtas, várias mas redondas, porém todas atraentes desse modo difícil. Depois da terceira dança, eles viriam pelado para grave os passos logo sob onde eu estava sentado, me perguntar se eu estimaria de ponta-los , eu diz que sim produziu uma nota de um dólar, eles iriam dobrar-se, espalhar suas bochechas da assento com suas mãos eu colocaria o dólar entre seus pães. o sentiam lá, soltavam – se iam-se embora com a nota de Dólar enfiada no rabo. Era jocoso quente juntamente. Também paguei pelas músicas juke.

todas e cada uma das quatro meninas tinham dançado era a vez de Andi de novo ela me solicitou um dólar juke, que eu dei de bom grado a ela ela subiu ao palco como rolo de músculos começou a trovar de novo, porém desta vez, ela não se incomodou com a ordem de três músicas. Ela despiu-se deitou-se no palco com a ratazana a olhar-me na rosto.

Ela contorceu-se, gemeu dedilhou-se eu via fascinação de perto. Ela esfregou o clítoris, que cresceu quase metade de novo.é do tamanho anterior. Depois, rebolou-se de ventre para inferior, de rabo para cima, arrancou-lhe as bochechas do rabo com as mãos deu-me uma olhadela no rabo dela. Oh, meu Deus, estava lá uma bucha pomposo de aço inoxidável. Quase desmaiei, porém ela ainda não tinha completo a dança.

Ela voltou para trás puxou a ficha do rabo a meio caminho depois voltou a deslizá-la. Prontamente, ela repetiu a ação mais ou menos vinte vezes indo algo mas rápido de qualquer vez gemendo como ela fez isso. Eventualmente, Meatloaf parou de trovar sua terceira música, Porém Andi ainda era difícil, bombeando seu traseiro gemendo. Rosto dela estava corada, ela estava a suar, o cabelo estava a soltar-se da rabo do pónei. Ela lentamente voltou para o presente percebeu que a música tinha parado. As outras raparigas estavam a vigiá-la. Estava a observá-la. A superior persona que não estava a vigiá-la era o Terry, O segurança, que imaginei que fosse gay se pudesse ignorar o programa que acabei de ver.

A Andi rebolou-se lentamente, levantou-se, pegou no biquíni dela estendeu-lhe a mão para eu deter descia as escadas. Ela desapareceu na vivenda de Banho Das Mulheres saiu uns minutos depois, com face húmida, o cabelo completo de escovar o rabo de cavalos refeito.

A próxima dançarina, Angi, já estava no palco após aceitar grana da juke de mim, dançando para “Little Surfer, Surfer Girl” pelos Beach Boys. Ela era mais ou menos 15 centímetros mas baixa que a Andi, número reduzido de anos mas novidade, também formosa, porém ela tinha cabelo preto retalhado menino-pequeno. Ela também usava óculos emoldurados pretos que eu achei atraente como o inferno por razões que eu não podia manifestar. Talvez porque ela parecia uma bibliotecária viciada em sexo. Não sei.

A Andi veio ter comigo, sentou-se ao meu lado inclinou a carola no meu ombro. Ela aproximou-se sentiu a minha pila ainda duração no queixo. “Acho que gostas do que viste”, diz ela.

“Evidente que sim”, diz eu. “Foi incrível.”

Ela sentou-se de forma, com a testa no meu ombro, a mão a no meu membro, o que estava a permanecer ainda mas difícil, o que eu não teria pensado que fosse provável.

“Gostas dela?”Ela perguntou, acenando para a dançarina que agora tinha removido seu top. Os seios dela eram mas pequenos do que os da Andi, como as metades de uma casca de coco. Sensual como tudo.

Acenei com a carola.

Andi inclinou-se perto da minha ouvido. “Ela é a minha mana mas novidade.”

Acenei com a carola. “Andi Angi”, diz eu. “Lógico.”Bebi um golpe da minha miniatura, 6 dólares de refrigerador.

“Queres foder-nos?”

Quase cuspi, porém obtive observar-me engolir a poção. “O quê?”

Ela sorriu um sorriso bastante lindo travesso, olhou para a mana. “Tu ouviste-me. Queres foder-nos? Nós os 2. Vamos poder ir para a sala das Traseiras.”

Olhei para a Angi. Ela sorriu acenou com a carola.

A Andi falou perto da minha ouvido. “Centena dólares. Leva o tempo que quiseres. Põe onde quiseres. Mas vale. O encarregado não está cá atualmente, asemelhava a que os teus amigos não vêm. Ela riu-se suavemente da seu piada.

A terceira melodia, “Blackbird” dos Beatles, começou Angi despiu-se para seu traje de natalício. Ela olhou directamente para mim, caminhou até à cercadura do palco fez um prenúncio para eu me alçar. Eu obedeci ela pôs a rato dela a respeito de um milímetro do meu nariz começou a dobrar-se, esfregando-a para cima para grave para trás para a na frente de na minha faceta. A mão da Andi começou a esfregar-se mas insistentemente na minha pila.

De repente, a música acabou. A Angi virou-se foi-se embora, recolhendo o biquíni. se inclinou, apontou-me o rabinho para mim fez-me um sorriso tímido. Andi sussurrou-me ao ouvido. “Logo?”ela perguntou.

Levei um totalidade de uma parcela de segundo para responder. “Vamos.”

A Andi deixou tombar a pila, pegou na minha mão levou-me pela cortinado com a Angi por trás, agarrando-lhe o biquíni ao peito.

A sala das Traseiras tinha melhor iluminação do que a sala principal. Lâmpadas coloridas azuis verdes forneciam iluminação suave, porém eu conseguia ver muito. Havia um sofá de epiderme duas ilhargas enormes. Mesas de extremidade em qualquer extremidade do sofá ao lado de qualquer uma das quadris seguravam pequenas lâmpadas com lâmpadas brancas macias.

A Andi levou-me ao sofá empurrou-me para grave. Ela tirou o biquíni subiu a beira no meu pescoço. A música lá fora na sala principal foi canalizada para esta sala ela começou a dobrar-se em mim, a roçar-se na minha pronunciação a esfregar-me aquelas grandes Mamas na rosto. Peguei num dos mamilos dela na minha boca chupei-o, rodopiando a minha língua como eu fiz ela gemeu um longo atraente vagido.

Olhei por cima do ombro da Andi vi a Angi sentada nua numa das grandes Ancas, a esfregar o clitóris dela a movimentar 2 dedos para dentro para fora do seu pertinácia com a outra mão.

A Angi sentiu a minha pila qualquer vez maior. “Vamos este leão trespassar da jaula”, diz ela. Ela desapertou-me o cinto, abriu-me as calças eu mexi-me com o propósito de ela pudesse puxá-las para os meus joelhos. Ela agarrou a minha pila começou a massajá-la para cima para inferior. “Desta forma está melhor”, diz ela.

A minha pila não é para se gabar, em termos de tamanho, porém ela não parecia desapontada, então relaxei segui com a fluente. A Angi deslizou entre as minhas pernas levou o Sr. Majestic para a boca dela, usar a língua dela de alguma forma mágica para me torturar. Após poucos minutos, eu diz-lhe que estava prestes a dirigir-se-me ela parou subiu de girata para o meu pescoço, segurando a minha pila entre as pernas dela. Ela inclinou-se para a na frente de pressionou as mamas o meu peito falou para o meu ouvido elevado o suficiente para a Angi ouvir, porém não mas elevado.

“Vês aquela puta acolá a consumir-se com o dedo?”ela perguntou.

Estás a vê-la? Como podia não a ver? Eu diz que sim.

“Quero que a fodas até vires como um vulcão. Logo quero que me lixes. Achas que consegues fazer isso?”

Só conquistei gesticular com a moleira. Percebi que a minha boca estava ensejo fechei-a.

A Andi tirou-se do meu pescoço virou-se para a Angi, que abriu a gaveta da mesa ao lado da cadeira extraiu um preventivo. Ela caminhou lentamente pelo quarto até mim, ajoelhou-se perante mim, deslizou o meu pénis rígido de pedra para a boca dela para um rápido par de bombas depois tirou-o deslizou a borracha por cima dele. Ela subiu lentamente para o meu pescoço escorregou em cima de mim, gemendo como ela fez. A Andi também gemeu, se inclinou, agarrou no peito da Angi, beliscou – lhe o mamilo a língua beijou-a. Depois virou-se a língua beijou-me durante o que parecia ser sempre, a Angi deslizava lentamente para cima para insignificante na minha pila.

Levei bastante pouco tempo para chegar ao Pico. Lembra-, eu tinha sido forte durante quase uma hora nessa profundeza a Angi percebeu que o instante estava quase lá, ela inclinou-se beijou-me com toda a força que eu já tinha sido beijada, a trabalhar a testa dela a escorregar a língua para dentro para fora por minhas dentes, gengivas língua.

Foi tudo o que obtive manter. Vim como o Vesúvio. Gemi, gritei, resisti, até chorei. Não tenho a . Só me lembro do enleio. Vaga depois vaga de encanto. por último voltei para a terreno respirei, percebi que estava nua, as minhas vestes penduradas de uma árvore no esquina, as meninas estavam sentadas de um e outro os lados de mim no sofá, com as mãos nas minhas coxas.

A Angi tirou-me a borracha da Pila meteu-se noutra gaveta da mesa para um daqueles pacotes de toalhetes de recém-nascido que ela costumava assear o que sentia por um galão da minha pila, porém acabou por ser unicamente um parelha normal de colheres cheias. (Lembre-se, eu era um varão jovem naquela era.)

Reparei que havia uma televisão no quina da sala com o som desligado, a mostrar um filme pornográfico, vimo-lo, falámos rimos durante qualquer tempo. Andi pegou um controle recôndito de qualquer lugar começou a rodar por intermédio de canais, por volta de 10 deles, qualquer um com um gênero de dissemelhante de pornografia, perguntando-me sobre o meu predilecto (é o diletante o diletante falso). Víamos falávamos de pornografia por um tempo percebi que a Andi estava a amparar-me na pila a Angi estava a -me nos tomates, a massajá-los a minha respiração estava a permanecer mas Curta.

O Sr. Majestic tinha regressado.

“Prometeste foder – me o cu, lembras-?” diz a Andi. “Ainda queres?”

Apontei para a minha pila com toda a atenção diz: “Acho que sim.”Na realidade, eu nunca tinha estado na Grécia de antemão só de meditar em foder aquele seu traseiro forte, quase me fez caminhar.

Angi voou até a mesa final onde os preservativos eram guardados voltou com outro , um enorme tubo de lubrificante de tamanho industrial. A Andi inclinou-se começou a lamber-me a ouvido a Angi deslizava a gabardina sobre o Sr. Majestic. Ela esguichou um mundo de lubrificante do tubo amorosamente revestiu a minha pila com este a Andi assumiu face para grave, o rabo para cima na posição no sofá com o rabo voltado para mim. Angi mudou-se para a mana puxou a tampa do rabo gentilmente do rabo depois começou a inclinar lubrificante no rabo dela, trabalhando primeiro um dedo depois 2 para dentro para fora.

Ela virou-se para mim diz: “faz tu. Sente como o cu dela está apertado.”

Não um para recusar um invitação, eu obriguei deslizei os meus dedos, primeiro um depois 2, para o rabo da Andi. Ela gemeu como eu pressionou a minha mão.

“Asemelhava a que ela está pronta”, diz Angi. “Estás pronta, amada?”ela perguntou.

“Sim, Deus sim”, diz a Andi. “Vai- lixar, já.”Ela rodou por aí, logo ela estava sentada na beirada do Sofá, deitada de dorso com a testa a metade subalterno das espinhaço. Ela levantou as pernas apresentou-me a rato o rabo eu me deitava no pavimento de joelhos entre as pernas dela.

Aquela rato estava tão bela que tive de confirmar dei-lhe umas lambidelas, porém a Andi não estava a ter . “Esquece isso. Podes fazer isso mas inoportunamente. Vai – lixar.”

Constantemente submisso, levantei-me com intenção de a minha pila estivesse com o rabo exposto espetei a minha pila lentamente no cu dela. Ela gemeu mais uma vez (ela era uma extensa gemida.) diz, suavemente, ” mas altura. Aprofundado.”Até eu entrar, o rabo dela encostou-se à minha virilha.

Após um minuto ou mas para deixá-la relaxar, eu comecei a bombear lentamente para dentro para fora de seu traseiro ela continuou a lamuriar começou a bombear em ritmo comigo. A borracha o orgasmo anterior tornaram provável para mim para ir mas longo desta vez, logo nós bombeamos para trás para a na frente de mudando a urgência ritmo a qualquer poucos traços. Após qualquer tempo, ela virou-se ajoelhou-se primeiro do sofá deitou-se sobre o cadeira, o rabo dela apresentou-se a mim, eu voltei para ela.

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