Bem Vindo, visitante! [ Entrar | Cadastro ]
Contos Eroticos » Incesto » Irmão e meia-irmã gostosa sozinhos em casa

Irmão e meia-irmã gostosa sozinhos em casa

Publicado em janeiro 28, 2020 por HolyGurl

A minha mãe morreu eu tinha 10 anos. O pai eu vivemos sozinhos durante anos após ela passar. O pai não namorava bastante, porém ocasionalmente encontrava alguém saía. este conheceu Francine eles se deram muito em pouco tempo este fez o proclamação de que eles iriam se matrimoniar. O pai a Francine não se conheciam há bastante tempo casaram-se pequeno número de meses após se conhecerem.

Fiquei chocado. Da mesma maneira que a filha da Francine, Kelly. Tivemos os nossos pais só para nós durante anos. Porém agora íamos ter outro pai, igualmente um irmão. O pai vendeu a nossa vivenda compraram uma maior com quatro quartos.

A vivenda era de 2 andares com três quartos das escadas o rabino no rés-do-solo. O mundo inteiro nós gostámos com restrição da Kelly. A moradia tinha 2 chuveiros, um lá em cima, um lá em insignificante os dois eram de tamanho duplo. Porém a Kelly não gostou porque não havia banheira adorava banhos de espuma.

Mudámo-nos para cá , após pequeno número de meses, começámos a sentir-nos confortáveis. A Kelly eu não tínhamos bastante em geral. Ela era cheerleader, no tela de honra membro de meia dúzia de Clubes da nossa local de ensino. Eu, de outra forma, não me importava bastante com as notas era membro de unicamente um agremiação, o associação do sege. Eu era um cadáver na moleira do motor de pelo.

eu tinha 14 anos eu tinha economizado o meu grana comprado um Studebaker comandante 1956. Tenho trabalhado nessa situação a partir de logo. Eu tinha alojado um Chevrolet Capiau-8 de 383 stroker com uma seringação a bombordo um travesti manual de 5 velocidades com uma traseira do cacifo às 4:56. Um companheiro pintou-o para mim. Era um floco de metal escuro azul com vidros escuros. O interno foi constituído em pele cinza tinha uma preparação de 5000 watt. Para a Kelly, essa foi a minha superior salvação. Ela adorava ir para a local de ensino comigo porque toda gente olhavam para o meu sege à proporção que passava.

O pai a Francine trabalharam no segundo vez na fábrica da Boeing, por consequência, a Kelly eu passámos varias noites sozinhas em moradia. A Kelly convidava os rapazes amigos à noite. Qualquer um era um desportista constantemente olhou para mim pelo meu paixão por máquinas. Eu sabia que eles queriam que eu desaparecesse, porém não o faria. Por último, a Kelly zangou-se depois do namorado transpor ligou-me.

“Raios, Trace!”Ela gritou comigo,” porque não nos deixas em silêncio!”

” se o fizer?”Eu diz com um sorriso,” engravidaste? O pai a Francine matavam-me por isso sobrevir.”

“Eu nunca fodia com nenhum desses tipos!”Ela gritou”, se o fizesse, não importava.”

“Móvel?”Perguntei-me o que ela queria manifestar.

“A mãe Pôs-me na contracepção há um ano.”Ela irritou – se”, então não posso engravidar.”

Isso chocou-me, não sabia o que manifestar.

Por último maniatado-me, “okay, OK. Acho que não podes engravidar.”

Kelly trocou de engrenagem lágrimas começaram a escorrer – lhe pelas bochechas, como ela diz: “Esses caras são os caras legais. Tenho de transpor com eles fazê-los gostar de mim. Por obséquio, podes -nos em silêncio?”

“OK”, respondi, porém depois o meu instinto de irmão mas velho apareceu, ” porém avisa-os que se magoarem, eu Magoo-os.”

Kelly olhou para mim chocada, logo respondeu: “Você…faria?”

“Sim. Sou somente o teu padrasto, irmão mas velho, porém levo-o de verdade.”

Depois disso, a Kelly eu aproximámo-nos. Começámos a falar à noite a transpor. Fiz 18 por mês no meu último ano. No meio do meu último ano, logo depois o 18º natalício da Kelly, éramos amigos íntimos. Ela ainda convidou os namorados decidi conceder-lhes qualquer espaço, para permanecer no meu quarto ou ir trabalhar no meu carruagem.

Um dia, a Kelly o namorado dela estavam a ver televisão eu estava lá fora a trabalhar no meu sege. Precisava de fazer xixi, desse modo limpei as mãos entrei em moradia. A WC era ao fundura do galeria. passei pela porta, ouvi a televisão a ir, porém também ouvi um vagido ao fundura. Parei para ouvir ouvi de novo.

Um instante depois, ouvi o namorado lamuriar, ” do Foda-se Kell…isso sabe tão muito!”

Espreitei lentamente ao contornar da esquina vi a Kelly o namorado no sofá. O que vi chocou-me deu-me uma levantamento instantânea. O namorado dela tinha a pila espetada nas calças. A Kelly tinha uma mão enrolada à viravolta da suporte a carola na boca. via a testa dela a oscilar para cima para grave, a incluir a pila durabilidade dele na boca dela. Ela estava a fazer-lhe um broche!

Fiquei lá a ver o Kelly a chupar-lhe a pila. O namorado dela parecia gostar bastante a Kelly parecia descobrir precisamente o que estava a fazer. Por último, os namorados dela gemeram mas elevado, depois as quadris subiram, este agarrou – lhe a carola empurrou-a. Kelly colocou sua vara durabilidade em sua boca até o momento que seus lábios estavam a sustentação.

Vi a gorgomilos dela a funcionar percebi que este se estava a caminhar ela estava a engolir! Após um minuto, ela puxou a boca da Pila dele, lambeu a testa pequeno número de vezes sentou-se.

o namorado dela enfiava a pila de girata nas calças, este diz: “andamos juntos há 2 meses, é que vais fazê-lo comigo?”

“Já diz que não posso, Não controlo a natalidade não confio em preservativos. Apesar disso, eu chupo- quiseres. Não gostas dos meus Broches?”

Perguntava-me se ela me tinha dito uma moca, ou estava a descrever-lhe uma moca sobre o controlo de natalidade. Eles voltaram a ver televisão eu escapei silenciosamente de vivenda para não saberem que os tinha observado. Depois do namorado ter deixado a Kelly eu ter roto o jantar que a Francine tinha deixado no congelador, depois decidiu ver um filme.

o filme acabou, de antemão que ela pudesse ir para o quarto, eu diz: “Eu vi o que tu o teu namorado estavam a fazer na sala de estar.”

Semblante dela empalideceu ela diz: “Tu…fez?”

“Sim. Parecia que sabias o que estavas a fazer. Há quanto tempo andas a chupar estes tipos?”

“Eu … Aw … mas de um ano.”Ela gaguejou.

“Fodeste qualquer deles?”Eu perguntei propositadamente ser brutal com a minha linguagem.

“Não! Eu diz- que nunca fodia com nenhum deles. Saio com eles porque são fixes, porém não confio em nenhum deles. Eu sugo-os porque eles gostam isso sustenta-nos a retornar.”

“Gostas de fazer isso?”Eu perguntei

“No início, não sabia.”Kelly respondeu,” porém agora me faz…entusiasmado.”

“Logo, o que fazes estás?..excitado?”Eu perguntei.

“Trace! Não posso manifestar isso!”A Kelly riu-se.

“Evidente que podes. Sou teu irmão…OK, step brother, por fim de contas. Podes descrever-me tudo. excitas, o que fazes?”

“Aw…Costumo tomar um duche utilizar o bocal…tu sabes…rociar-me.”Ela respondeu.

“Usas os dedos?”Eu perguntei.

Ela olhou para mim por um instante, depois riu-se diz: “Sim. Uso os dedos me irroração com o ponta.”

“Faz tu…tu sabes…tens uma fazes isso?”

Kelly sorriu diz: “Prosseguirei responder a isso, porém acho que devemos descontinuar de falar sobre isso. Sim, tenho.”

Olhei para ela por um instante diz: “Sabes que os teus namorados têm muita sorte.”

“Como desta forma?”Ela perguntou.

“Ter- como namorada deles.”Eu diz.

A Kelly inclinou-se beijou-me na bochecha diz: “És um querido.”

Depois disso, a relação entre mim a Kelly aproximou-se ainda mas. Ela contava-me tudo. deixou de se preocupar que eu a apanhasse a ela aos namorados. Na realidade, apanhei-os diversas vezes. O que a Kelly não sabia eu nunca lhe diz foi que usei as conversas francas que tivemos, os olhares voyeurísticos que tive dela a chupar os namorados como material de onanismo. me masturbei, na minha testa não eram os namorados dela que ela chupava, porém eu.

Como diz, A Kelly era membro da equipa de cheerleader praticavam todas e cada uma das noites. Foi aconteceu. A Kelly a equipa da pandilha estavam a praticar uma jogada difícil. Sendo o membro mas ligeiro da equipa, o outro membro da equipa atirava-a para o espaço apanhava-a. Só que daquela vez não a apanharam. Falharam ela caiu no solo partiu os 2 pulsos.

A Kelly esteve no nosocômio uma semana. Tiveram de operar três vezes ela tinha mas parafusos alfinetes no pulso depois uma loja de ferragens. ela chegou em moradia ela tinha moldes em este e aquele os braços, de ponta de dedo ao cotovelo. Ela não podia pegar ou reprimir . Após número reduzido de dias caímos numa rotina. A Francine ajudou-a a consumir, a tomar banho usar-se. À noite, ajudava-a a fazer os negócios de moradia.

Depois, uma inoportunamente, a Francine teve de fazer um vez duplo, um dia uma noite. A Kelly eu tínhamos jantado, completado o trabalho em vivenda estávamos a ver um programa de tevê. o espectáculo acabou, levantei-me para terminar os pratos.

“Trace? Tenho um obstáculo.”Kelly diz.

“Do que precisas?”Eu respondi, pronta para ajudá-la com o que ela precisava.

“Mae…não me ajudou com o Duche. ela também não o fez antigamente. Posso ir fazer xixi sozinho, porém não posso … sabes mundificar depois, por consequência sinto-me problema. Preciso de um duche, porém não consigo sozinho.”

“Queres que ajude a tomar banho?”Eu perguntei.

“Sim, porém não me podes ver o fazes ou não me podes tocar.”Ela diz.

“Como isto vai funcionar?”Eu diz com uma riso.

“Muito, acho que sei como o vamos poder fazer. A mãe possui uma máscara de dormir no quarto para dorme durante o dia. ela usa esta coisa de lavar recompensa para me esfregar no chuveiro. Podias pôr a máscara utilizar a luva. Desta forma não me consegues ver ou sentir.”

“De verdade? Queres que o faça deste modo? Severo?”Pedi para permanecer algo chateado.

Por esta fundura, a Kelly já sabia como me fazer fazer o que deseja que fosse por ela.

Uma lágrima escorria pela bochecha como ela afirmava: “Por obséquio? Preciso mesmo de um duche.”

Suspirei diz: “Okay, evidente.”

Segui-a até à banheiro lá de cima.

Ajudei-a a pôr os sacos de plástico sobre os moldes, depois diz: “Acho que devia agasalhar um fato de banho para conseguir entrar contigo.”

Fui para o meu quarto, peguei num par de calções de banho voltei para a banheiro. A Kelly tinha obtido despir-se estava no chuveiro. O vidro estava vestido de gelo, por consequência só conseguia ver o perímetro dela detrás do vidro. Puxei a máscara a luva, depois senti-me a caminho do chuveiro. Após marchar às voltas, achei o controlo do chuveiro liguei-o.

Localizei a testa do chuveiro pelo toque, tirei a unidade da mão do Monte, depois procurei a Kelly. A minha mão lavada tocou-lhe usei-a para orientar o spray. Molhei-a depois devolvi-lhe a carola ao monte.

Sabão?”Eu perguntei.

“Estende a mão esquerda.”Kelly instruiu”, agora…algo para a direita…la.”

Ensaboei o tecido de lavagem, depois senti-me por aí até localizar a Kelly. Comecei por ensaboar-lhe as espinhaço, a trabalhar até ao rabo rotundo dela. Mesmo através do tecido de lavagem, conseguia sentir a firmeza do rabo dela a minha pila respondeu. Tentei ignorá-lo, porém conforme a minha mão deslizava pelas pernas, ficou mas difícil. Parei lavei-a, depois voltei a ensaboar a luva de tecido.

Tive a sua vez de me enfrentar comecei por ensaboar a na frente de dela do pescoço até à cintura. a minha mão deslizava sobre as mamas firmes dela, pensei que me ia caminhar de calções. Vagamente devido do fragor da agua fluente, pareceu-me ouvir um plangor.

cheguei à cintura dela, parei, inclinei-me lavei qualquer pé, depois subi-lhe as pernas. Não sei como ou se ela queria que eu fizesse essa secção dela. Puxei a moleira do chuveiro para inferior lavei-a, depois pendurei-a no Monte.

“Como queres que lave as tuas partes íntimas?” perguntei- de modo lamechas.

“Prosseguirei aw…Eu abro as pernas tu … ensaboa-o muito depois enxaguas.”Kelly respondeu.

“Muito.”Eu diz.

Ensaboei o tecido senti-me à viravolta até a localizar. Passei a mão de remuneração para grave até sentir o espaço entre as pernas dela. Lentamente empurrei a minha mão entre as pernas dela comecei a sabotá-la. A minha pila estava tão duração que doía por cima do som da agua tinha a que ouvi a Kelly lamuriar. Devo tê-la ensaboado ao menos durante 10 minutos. Não obstante problema sentir a ratazana dela através do tecido da terry wash, sabia que a estava a esfregar senti-me tão muito que pensei que ia transportar-se-me de calções.

Por último soube que tinha de suspender. Tirei a mão, tirei a testa do chuveiro comecei a enxaguá-la. eu fazia seus gemidos, que tinham sido poucos o que subjugou, cresceu bastante mas elevado. Eu trabalhei o spray para trás para a na frente de, empurrando-o para dentro da virilha dela puxando-o para longe. Ouvi o seu pico de Gemidos, ela sufocou um pequeno grito veio dos seus lábios.

Número reduzido de segundos depois, Kelly suspirou: “pare! Já chega!”

Puxei a carola do chuveiro entre as pernas dela, pendurei-a desliguei a agua. Senti-me por aí até achar a porta, abri-a saí. Tinha deixado duas toalhas penduradas na porta do chuveiro. Agarrei nos 2, entreguei um à Kelly comecei a secar com o outro.

“Trace”, ouvi a Kelly manifestar, ” Aw…podes auxiliar-me a secar-me?”

“Evidente, porque não.”Eu diz um toque de amargura a passar a minha voz.

Cá tinha uma rapariga atraente ao meu alcance tudo o que podia fazer era secá-la. Se eu tentasse outra coisa a Kelly não a quisesse, seria enforcado pelos nossos pais só por tentar destruir a relação que construímos. Foi tão amargo. Secei-a uma teoria bateu-me.

Secei-a para trás, depois para a na frente de, depois para as pernas , por último, diz: “Põe um pé na sanita, deixa-me secar as tuas coxas , tu sabes”.

Ouvi a Kelly a revirar – se ela diz: “OK.”

Estendi a mão deparei o corpo dele, depois senti-me nas pernas dela. Pus a toalha entre eles comecei a secá-la. Deixei a toalha escorregar a minha mão estava a subir. Um segundo depois, a minha mão nua cortou-lhe a rato eu empurrei o meu dedo para dentro da sua fissura.

Deixei – o lá por um breve instante fugaz, depois afastei-me dizendo: “desculpa. A toalha escorregou.”

“Não faz problema, foi eventual.”Kelly respondeu.

“Podes tapar- sozinho?”Eu perguntei.

“Sim.”Ela diz.

Senti – me à porta saí. Tirei a máscara levantei a mão na rosto. Pus o dedo que tinha deslizado para dentro dela o meu nariz respirei. Depois ser lavada lavada, tenho a que não sobrou bastante da fragrância dela, porém a minha mente diz-me que havia ela cheirava maravilhosamente.

Fui ao meu quarto, tirei os calções deitei-me na leito. A minha pila estava tão defende que quase doeu. Comecei a acariciá-lo, a sensação lembrada da Ratazana da Kelly no meu dedo por aquele segundo que me encheu a testa. Estava quase pronto para gretar o meu rabo me bateram à porta.

“Merda!”Eu cuspi eu velozmente puxava um manta sobre mim.

“Entrar.”Eu diz.

Kelly abriu a porta entrou.

“Não posso ter alguma coisa de Privança?”Rosnei.

“Desculpa, Trace.”Ela diz,” Porém eu queria expor – lhe o quanto agradeço a sua ajuda.”

“Ok, tu disseste-me. Agora posso permanecer sozinha.”Eu diz.

“Para poderes masturbar-?”Kelly perguntou.

Olhei para ela chocada depois a fúria atingiu-me.

“Sim! Nem mais nem menos! Preciso de me masturbar! Se eu fosse um dos teus namorados, fazia- chupá-lo por mim, porém não sou. Agora vai- embora!”

Kelly veio lentamente através da sala ela dizia, ” Trace eu verdadeiramente agradeço que você me auxiliar. sei que isso fez permanecer com tesão. Se fosses meu namorado, eu chupava-. Porém sabes que mas? Não tens de ser meu namorado. Tens sido bastante boa para mim eu prosseguirei chupá-la por ti porque foste.”

Olhei para a Kelly. Ela tinha-se oferecido para me chupar a pila?

“Prosseguirei, Se quiseres.”Kelly diz outra vez.

A aversão, frustração pura excitação que me encheu guiaram-me. Atirei o mortalha para trás sentei-me, a minha pila a oscilar. A Kelly olhou para mim, depois trancou os olhos na minha pila se ajoelhava ao lado da leito. Inclinou-se para a na frente de pôs a boca sobre a carola. A sensação era indescritível, quente, molhada, como me masturbei com creme para as mãos, porém 1000% melhor.

Sentei-me lá a Kelly fazia a magia dela na minha pila. Não demorou bastante. Eu já estava perto de me dirigir-se de antemão de ela me pôr a boca em cima. a minha pila entrou em erupção, a Kelly enfiou a boca por cima do comprimento. Senti a gorgomilos dela a contrair-se ela engoliu o meu sêmen. acabei, ela puxou para trás chupou gentilmente a moleira várias vezes de antemão de se elevar.

“Ok?”ela perguntou.

“Incrível!”Eu respirei.

Ela riu-se saiu do quarto.

Na manhã seguinte, Kelly agiu tal e como se tivesse ocorrido. Mesmo a caminho da local de ensino, falámos sobre aulas, poucos alardes da local de ensino o que ela ia fazer sobre a cabala. Os informações da noite anterior nunca foram mencionados. No final do dia, fui buscá-la fomos para moradia.

conduzíamos, eu ajudei, “Kelly, sobre a noite passada…”

Ela diz: “Não quero falar sobre isso. Eu queria fazer isso.”

Sorri diz: “não era para lá que eu ia. Só queria expressar- que foi incrível.”

Ela sorriu para mim respondeu: “obrigado.”

” eu queria perguntar-, sim?..és tu…will you…do isso outra vez comigo?”

Kelly sorriu diz: “Talvez.”

Foi tudo o que obtive dela. chegámos a moradia, o Pai a Francine tinham ido trabalhar. A Kelly eu comemos, depois fizemos o nosso trabalho em vivenda. Depois disso, vimos poucos programas de televisor.

acabaram, desliguei a televisão diz: “hora de Dormir.”

Esperava que a Kelly me pedisse ajuda com o chuveiro, porém ela não diz subia as escadas. Fui para o meu quarto preparei-me para dormir. Pouco de antemão de eu estar prestes a à porta, soava à minha porta. Abri-a para descobrir a Kelly.

“Tenho estado à tua espera na banheiro.”Ela diz,” Você não vai me auxiliar com o meu chuveiro?”

Por um instante eu estava sumido, logo eu sorri respondi: “evidente.”

Saltei velozmente para os calções nunca corri para a WC. lá cheguei, a Kelly estava à espera. Ela estava vestida de roupão terry. Estava sobre os ombros dela porque ela não conseguia passar os moldes pelos braços.

Ajudei-a a pôr os sacos de plástico sobre os moldes, depois puxei a máscara diz: “Estou pronto.”

Ouvi a Kelly a tomar banho uns momentos mas tardiamente ouvi-a expressar: “okay, amanho.”

Senti-me a entrar na banheiro fechei a porta. Liguei a agua, vesti a luva comecei a ensaboá-la. comecei a entregar sabão à Kelly, tinha de ter desvelo. Eu tinha substituído a luva cortando uma fissura no pináculo. A minha teoria foi cheguei à rato dela, enfiava-lhe o dedo entrava-lhe Na greta a ensaboava. Que nem na noite de antemão de estrear a falar com ela, depois mudei-me para outra na frente de. Desta vez, ainda que ter pretérito bastante mas tempo a ensaboar-lhe os seios de antemão de terminar, sei que ouvi um vagido dela.

Eu me movi para seus pés eu trabalhava meu caminho de suas pernas eu comecei a permanecer bastante entusiasmado nervoso. Não fazia teoria de como ela reagiria enfiei o dedo no buraco da luva comecei a incorporar-lhe o dedo na ratazana, porém, nessa profundeza, estava tão decidida a fazê-lo que as repercussões não importavam.

Havia uma cadeira construída cheguei à ratazana dela, diz: “seria mas simples se pusesses o pé no banco.”

“O…kay.”Ela respondeu.

Ela parecia tão nervosa como eu. Achei que era porque ela ainda não tinha a do que estávamos a fazer. Só soube mas inoportunamente que ela me tinha visto a tirar a luva da WC. Ela examinou-o após eu o repor achou o buraco que eu tinha desagregado nele. Ela sabia que estava lá, porém não me diz sobre isso porque não queria que eu soubesse que ela sabia.

Estendi-lhe a mão achei-lhe a perna, enfiei-lhe a mão pela coxa até lhe entregar uma maçada na rato. Ensaboei-a lentamente a tentar ser eu mesmo para incluir o meu dedo pelo buraco na rato dela. Estava quase pronto para ceder o meu projecto ouvi um lamento longo inferior da Kelly.

Isso reforçou imediata a minha coragem. Deslizei lentamente o dedo pelo buraco um instante depois estava entre os lábios da Rato dela. Não o mexi no início, esfreguei a luva para trás para a na frente de, consentindo que o meu dedo deslizasse para cima para inferior. Como eu fiz os gemidos de Kelly cresceu mas elevado.

eu deslizava a luva para trás para a na frente de, em qualquer passo eu conseguia sentir a ingresso para o seu buraco da Ratazana de uma ponta a secção duração do clítoris na outra. Na próxima passagem da luva empurrei o meu dedo para o buraco dela parei unicamente por um instante com o meu dedo enterrado até ao primeiro nó no buraco dela de antemão de eu escorregar a luva de viravolta. No cabeça da minha tacada usei o meu dedo para puxar a secção defende do clítoris dela.

251 views

Contos relacionados

Acabei Dando Para Meu Primo Gostoso Bem Dotado

Acabei Dando Para Meu Primo Gostoso Bem Dotado   Meu primo Marquinho passava descanso na minha vivenda, era um macio, porém apesar disso não desgrudava dele. Era enticante, me enchia o...

LER CONTO

Comendo a Família Inteira: Conto de Sexo em Família

Bem caros leitores, estou de volta, para quem não leu como minhas experiências anteriores ; eu já trepei com a minha sogrinha, minha cunhada, uma amiga de acusação oficial de minha sogra, uma tia...

LER CONTO

Finalmente Comi a Buceta e o Cuzinho da Minha Irmã

Jane arruinou uma noite de cinema perfeitamente boa com uma exclusivamente enunciação. "Tu eu devíamos ter um recém-nascido juntos."   Sufoquei-me na minha Sprite, dei-lhe uma...

LER CONTO

História incestuosa de família Karen e Scott

O titio Mike olhou de mim para a Karen, respirou soltou-o com um suspiro. "Prosseguirei encetar pela tua mãe..."Este começou. ..."visto que acho que vocês os 2 vão escutar melhor."terminando...

LER CONTO

0 - Comentário(s)

Este Conto ainda não recebeu comentários

Deixe seu comentário

2000 caracteres restantes

Responda: 2 + 2 = ?
© 2020 - Contos Eroticos